Wednesday, January 30, 2008

O Acidente

 

No início da tarde de 1980 de 21 de Janeiro, Paulo acorda uns dias depois do coma e pergunta o que é que se tinha passado à sua mulher Maria.
E a Maria diz-lhe para ele descansar porque estava fraco.
Alguns dias depois o Paulo volta a perguntar-lhe.
Ela diz-lhe que foi um acidente de automóvel e diz-lhe também que foi uma sorte ele ter sobrevivido porque o carro ficou todo desfeito.
O Paulo pediu para ela lhe contar ao pormenor tudo o que se passou.
A Maria, então, começou a dizer-lhe como foi, começou por dizer que ia a conduzir na auto-estrada, quando um carro em contra mão (agora muitos carros vem em contra mão) e tu conseguiste desviar-te a tempo mas não conseguiste evitar um despiste.
O Paulo ficou espantado com o que a Maria lhe contou, mas ele como não se lembrava não disse nada. O Paulo, curou-se e a sua vida correu normalmente ao lado da Maria.            

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Thursday, January 17, 2008

Sexta-Feira ou a Vida Selvagem – O Diário do Naufrágio

Ao fim da tarde de 29 de Setembro de 1759, o céu obscureceu–se de repente na região do arquipélago Juan Fernandez, a cerca de seiscentos quilómetros ao largo das costas do Chile. A tripulação doVirgínia reuniu-se no convés para ver as pequenas chamas que pareciam no cimo dos mastros e vergas do navio.
À noite, quando o capitão Van Dayssel viu que uma rabanada de vento rebentara uma das velas como de fosse um balão, deu ordens aos seus homens para arriarem as outras e se fecharem com ele no interior, à espera que a tempestade passasse.
Actividade da Galeota Holandesa:
O Capitão jogava tranquilamente ás cartas com Robinson em quanto o temporal rugia lá fora. Estava-se em meadas do século XVIII.
Robinson deixara em York a mulher e os dois filhos, com o objectivo de explorar a América do Sul e ver se conseguia organizar trocas comerciares proveitosas entre o seu país e o Chile. Algumas semanas antes, o Virgínia contornava o continente Americano dobrando heroicamente o terrível cabo Horn, e rumava agora para Valparaíso, onde Robinson queria desembarcar.
A Tempestade:
A vantagem das tempestades está em que nos libertam de preocupações. Não há nada a fazer contra os elementos enfurecidos. Portanto, nada fazemos. Entregamo-nos nas mãos do destino.
Nesse mesmo momento, a lanterna suspensa de uma corrente que iluminava a cabine descreveu um arco de círculo, indo estilhaçar- -se de encontro ao tecto. Antes de tudo mergulhar em completa escuridão, Robinson ainda teve tempo de ver o capitão deslizar a cabeça por cima da mesa. Levantou-se e dirigiu-se para a porta.
O Tsunami:
Uma forte corrente de ar fez-lhe compreender que já não havia porta.
O mais aterrador de tudo era que, depois do constante balanço e vaivém do navio, que duravam havia vários dias, aquele ficara completamente imóvel.
A procura de um meio de salvação:
Robinson avistou no convés um grupo de homens esforçando-se por lançar à água um escaler de salvamento.
 
A chega a Ilha:
Quando Robinson voltou a si, encontrava-se deitado, o rosto na areia.
A praia estava juncada de peixes mortos, conchas quebradas e algas negras, para ali lançadas pelas vagas. A ocidente, uma falésia rochosa entrava pelo mar dentro e prolongava-se numa série de recifes.
Robinson levantou-se e deu alguns passos.
Como o sol começava a queimar, fez uma espécie de chapéu, enrolando algumas das grandes folhas que cresciam junto à praia.
Após várias horas de penosa marcha, Robinson chegou ao sopé de um maciço de rochedos amontoados irregularmente.
Objecto trazido:
Trouxe igualmente do navio duas caixas de biscoitos, um óculo, a dois mosquetes de pederneira, uma pistola de dois canos, dois machados, uma pá, uma enxada, um martelo, alguma estopa e uma peca de tecido de lã vermelha, de fraca qualidade, que se destinava sem dúvida a eventuais trocas com os indígenas. No camarote do capitão encontrou o famoso barril de tabaco, bem fechado e contendo o grande cachimbo de porcelana, intacto apesar da sua fragilidade.
Por fim, encontrou, no camarote do e mediato, uma Bíblia em bom estado, que embrulhou num pedaço de vela, para a proteger.
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Laços

Um dia uma rapariga começou a estudar para ter um bom emprego para ganhar muito dinheiro para ajudar as pessoas que mais precisam, porque o pai da rapariga morreu porque tinha que comprar e fazer coisas mas não tinha meios para tal.
As coisas que ele tinha que fazer e comprar eram muito caras.
A rapariga teve um bom emprego e ajudou as outras pessoas.
 
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